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HISTÓRIA

A Academia Brasileira de Odontologia e sua História

Nos Anais da Academia Brasileira de Odontologia – AcBO, publicados em 1967, ficou registrado que:

“A idéia de uma Academia de Odontologia foi defendida, inicialmente pelos Professores Gerson de Assis Martins, Cirne Lima e Antônio Campos de Oliveira, que escolheram o Rio de Janeiro como ponto de partida. Os associados como o Professor Frederico Eyer e outros denodados colegas, decidiram que daqui deveria partir o lançamento deste empreendimento.”

Essas lideranças convocaram uma assembléia inicial que realizou-se a 05 de outubro de 1949, na sede da Liga de Defesa Nacional no edificio do Silogeu, onde ocorreram as primeiras reuniões com o objetivo de criar a Academia, aprovar os Estatutos e escolher a sua primeira diretoria.

A primeira reunião de criação da AcBO foi considerada uma das memoráveis de quanto a classe odontológica teve notícia. Dezenove Cirurigiões-Dentistas tais como : Frederico Carlos Eyer, Paulo Macedo, Sebastião Jordão, Benjamim Gonzaga, Carlos Alves da Costa, Benjamim Baptista, Abelardo de Brio, Virgílio Moogen de Oliveira, Agnelo Cerqueira, Carlos Newlands, Almeno Ferreira de Souza, José Martins D’Alvarez, Arthur Loureiro Fernandes, Moacyr Baptista Pereira e Gualter Adolph Lutz, fundaram a Academia Brasileira de Odontologia.
Frederico Carlos Eyer e Paulo Macedo, foram, respectivamente, o Presidente e o Secretário daquela Assembléia.

No Ministério da Educação, às 21 horas, ocorreu a Sessão Solene de instalação da Academia Brasileira de Odontologia, no dia 25 de outubro de 1949 com a presença de autoridades da República, representantes da Sociedade, Delegações da maioria dos Estados da Federação e Cirurgiões-Dentistas do Rio de Janeiro.
Nesta ocasião, tomaram posse os Membros Fundadores e Patronos: Augusto Coelho e Souza, Antônio Dias de Carvalho, Antônio Pereira da Silva, Benjamim Baptista, Henrique Carlos Carpenter, Rodolpho Chapot Prevost.
No mesmo Ato, tomaram posse como Fundadores:
Abelardo Arruda de Brito, Adalberto de Assis, Adalberto Câmara, Ademar Senna, Agnelo V. Cerqueira, Agripino Ether, Alexandre Agra, Almelo F. de Souza, Antônio Fraga Rocha, Arlindo Pereira, Arthur Loureiro Fernandes, Augusto Lopes Pontes e Baltazar M. B. Pereira.

Nascia a ACADEMIA BRASILEIRA DE ODONTOLOGIA.
Em decorrência das lições corajosas dos nossos antepassados, nos reportamos à lição emanada da notável civilização Inca. “No tempo do êxodo nos vales, os Incas tinham sómente uma regra de vida que determinava todo o seu comportamento. Originara-se dos seus antepassados, podendo ser retransmitida em poucas palavras: O ser humano recebeu a vida de presente. Terá, porém, de se tornar digno desse presente, se quizer conservá-lo. Deve vivenciar a vida, dando-lhe sentido e firmeza através do trabalho”.

Esta é a grande lição que podemos tirar da sabedoria Inca e aplicar à nossa AcBO. Inspiramo-nos nos nossos antepassados que a fundaram e a vivificaram. Com influência contínua deles, os sucessores a trouxeram, pujante, até quando a atual Diretoria a assumiu.

Hoje viva e em progresso nós, os seus continuadores, através de trabalho árduo mas gratificante, a tornamos mais forte ajustando-a aos tempos atuais globalizados, proporcionando-lhe uma Sede Própria, Revista Científica, Boletim Informativo, informatização da Secretaría, cursos de atualização, esta Home Page, dentre outras iniciativas de grande valor acadêmico.

Consolidada sua estrutura organizacional independente, o congraçamento se torna mais agradável na casa própria de onde emana o progresso científico, cultural e social indicado pelos tempos no qual vivemos de integração participativa.

Estamos cumprindo missão como nossos antecessores o fizeram – entrevendo além do nosso tempo, avistando o futuro com entusiasmo e vigor. Agradecemos ao Supremo Mandatário do Universo pela vida e dentro dela a oportunidade que nos proporciona de continuar desenvolvendo, com energia equilibrada, o trabalho dignificante pela AcBO nos lembrando da sabedoria de Albert Einstein (1879-1955) quando disse: “Há duas formas para viver a vida: uma é acreditar que não existe milagre; a outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.”

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